[fusion_builder_container hundred_percent=”no” equal_height_columns=”no” menu_anchor=”” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=”” background_color=”” background_image=”” background_position=”center center” background_repeat=”no-repeat” fade=”no” background_parallax=”none” enable_mobile=”no” parallax_speed=”0.3″ video_mp4=”” video_webm=”” video_ogv=”” video_url=”” video_aspect_ratio=”16:9″ video_loop=”yes” video_mute=”yes” video_preview_image=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” margin_top=”” margin_bottom=”” padding_top=”” padding_right=”” padding_bottom=”” padding_left=””][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ spacing=”” center_content=”no” hover_type=”none” link=”” min_height=”” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=”” background_color=”” background_image=”” background_position=”left top” background_repeat=”no-repeat” border_size=”0″ border_color=”” border_style=”solid” border_position=”all” padding=”” dimension_margin=”undefined” animation_type=”” animation_direction=”left” animation_speed=”0.3″ animation_offset=”” last=”no”][fusion_text]
Após a menopausa, com a diminuição dos níveis de estrogênios, há a aceleração de alguns aspectos do envelhecimento biológico. A grande redução na produção ovariana de estrógeno pode trazer conseqüências clínicas importantes como a atrofia urogenital e dérmica e, principalmente, pelo aumento do risco de osteoporose, doenças cardiovasculares, câncer colorretal, câncer de mama, degeneração macular, entre outras. Em Fisioterapia, é importante também destacar as repercussões sobre o controle postural, por exemplo, o declínio nas condições de equilíbrio que pode ocorrer na presença do hipoestrogenismo. A bexiga, a uretra e os órgãos genitais femininos são caracterizados pela abundância de receptores estrogênicos. Na menopausa ocorrem fenômenos atróficos devido à deficiência de estrogênio, o que fragiliza esses tecidos, assim como os tecidos vaginais e vulvares que se tornam menos vascularizados. A atrofia vaginal e a redução do seu tamanho podem levar ao prurido, lubrificação deficiente, dispareunia e uretrite pós-coital. Há um aumento a suscetibilidade a infecções pela elevação do pH vaginal.
Para a atuação fisioterapêutica, é importante ressaltar que o estrógeno é importante na manutenção da integridade do tecido conjuntivo pélvico. O hipoestrogenismo pode resultar em frouxidão dos ligamentos pélvicos, aumentando o risco de incontinência urinária de esforço e prolapso genital.
Para a mulher incontinente, é importante o ganho de força e resistência das musculaturas envolvidas. Para que esse ganho seja eficiente, deve estar em concordância com a seqüência de manutenção tônica e fásica da postura. Para um trabalho pélvico otimizado é importante realizar um trabalho segmentar de controle e de fortalecimento da musculatura do tronco em conjunto com a reabilitação dos músculos do assoalho pélvico.
E para a mulher que não é incontinente, mas chegou ou está perto da menopausa, é importante o trabalho desses músculos como prevenção da incontinência urinária, dos prolápsos genitais e manutenção do desempenho sexual satisfatório.
A função dos músculos do assoalho pélvico é sustentar os órgãos pélvicos, manter o desempenho sexual, ativar a musculatura estriada periuretral e controlar a pressão intra-abdominal ao atuar sinergicamente com o diafragma e com os músculos abdominais. Além disso esses músculos atuam controlando as instabilidades lombopélvicas, dentro de um contexto postural de equilíbrio e de controle neuromuscular.
Referências
1. Kane DD, Kerns JM, Lin DL, Damaser MS. Early structural effects of oestrogen on pudendal nerve regeneration in rat. BJU International 2004; 93:870-878.
2. Eisenstein SM, Engelbrecht DJ, El Masry WS. Low back pain and urinary incontinence. Spine 1994; 19:1148-52.
3. Halbe HW, Fonseca AM. Síndrome do Climatério. In: Halbe, HW. Tratado de Ginecologia – 2ª edição, vol2. Ed. Roca, São Paulo, 1994.
4. Hall T, Robinson K. Apostila do curso de RPG: Sistema australiano – Módulo I. Valéria Figueiredo CursosInternacionais, São Paulo, 2005.
5. Keane DP, O´Sullivan S. Urinary incontinence: anatomy, physiology and pathophysiology. Baillieres Best Pract Res Clin Obstet Gynaecol Apr 2000; 14(2):207-26.
6. Richardson C, Jull G, Hodges P, Hides J. Therapeutic exercise for spinal segmental stabilization in low back pain. Churchill Livingstone, Edinburg; 1999.
7. Sapsford R. Rehabilitation of pelvic floor muscles utilizing trunk stabilization. Manual Therapy 2004; 9:3-12.
8. Wilson M-MG. Menopause. Clin Geriatr Med 2003; 19:483-506.
9. Folman Y, Shabat S, Gepstein R. Relationship between low back pain in post-menopausal women and mineral content of lumbar vertebrae. Arch Gerontol Geriatric 2004; 39(2):157-61.
[/fusion_text][/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]